domingo, 15 de maio de 2011

Escritores que não escrevem

                                                                                     
Sinto a brisa tocar meu rosto, o pôr do sol mexer com o meu interior. Sentei em um banco, e lá, comecei a refletir. A nostalgia me perseguia, senti falta do meu amado. Dentro de mim saiam palavras tão magníficas que poderia senti-las, dançando valsa em volta de meu coração. Mas deixei voar para algum lugar mais bonito, um lugar onde não haja dor nem sofrimento, angústia ou nostalgia.


Por: Bárbara Barros